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Bettie Page
É freqüentemente utilizado por casais como uma técnica sexual para melhorar e prolongar o sexo entre eles. Nesse caso a sessão geralmente termina em alguma forma de libertação sexual, por masturbação ou penetração sexual.
As técnicas de bondage podem ser divididas em sete categorias principais:
Bondage que prende partes do corpo juntas (bondage de cordas, correntes, tiras)
Bondage que mantém partes do corpo separadas (barra de separação, Cruz de Sto. André)
Bondage que amarra o corpo a outro objeto (como cadeiras ou pelourinho)
Bondage que suspende o corpo em outro objeto (suspensão)
Bondage que restringe movimentos normais (saias Hobble, algemas, mulher pony)
Bondage que embrulha o corpo todo ou parte dele em filme plástico (clingfilm, mumificação, gaffer tape)
Bondage que fornecem um ambiente confinado e preso (jaulas, celas)
O desenho de um ambiente que permite que pessoas pratiquem suas fantasias de bondage é chamado de masmorra, que pode ter uma ampla gama de equipamentos SM.
Bondage também pode ser praticada por um indivíduo apenas, fato que é conhecido como auto bondage. Essa é, por definição, uma atividade arriscada, já que sempre existe o risco de o praticante não conseguir se soltar ao final da sessão.
Fonte: BDSMbrasil


Nascida Audrey Kathleen Ruston na capital belga, era a única filha de Joseph Anthony Ruston (um banqueiro anglo-irlandês) e Ella van Heemstra (uma baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses). Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se tornou Audrey Hepburn-Ruston. Ela tinha dois meio-irmãos, Alexander e Ian Quarles van Ufford, do primeiro casamento da sua mãe com um nobre holandês.
Hepburn, pediu-a em casamento. A atriz contracenou no filme Guerra e Paz (War and Peace, 1956) com o então marido Mel Ferrer. Os dois fizeram um casal, em que Audrey interpretava uma aristrocrata russa, que se apaixona pelo princípe da Rússia André (Mel Ferrer).
da arte hollywoodiana: Tony (teatro), Oscar (cinema), Grammy (música) e Emmy (televisão).
Monroe cantou parabéns a você para o presidente John F. Kennedy, em 1962. Mas poucos se lembram de que foi Hepburn quem cantou para ele em seu último aniversário, em 1963.
Atores: Marlon Brando, Clark Gable, Charles Chaplin, Charles Laughton, Will Rogers, Cary Grant, John Barrymore, Tyrone Power, Richard Widmark
No entanto, apesar de todo esse entra e sai, de vira e mexe da produção, não se pode dizer que falta coerência ao E o Vento Levou. Muito pelo contrário. Desde a concepção pictórica - amparada num fantástico uso do Technicolor pelos fotógrafos Ernest Haller e Ray Rennahan - às interpretações do elenco coadjuvante, o filme é de um primor absoluto. Mas, o que faz a sua grandeza é, principalmente, a maneira como um passado do país é representado e a cativante dupla de protagonistas, interpretados por Clark Gable e Vivien Leigh. Leigh, que venceu uma batalha entre muitas atrizes para ficar com o papel, faz uma Scarlett O'Hara magnífica. E nem é temerário afirmar: Scarlett O'Hara é uma das mais cativantes personagens femininas da história do cinema. Mimada, manipuladora e instável, ela é o que se pode chamar de uma mulher complexa.
Direção: Victor Fleming
Elenco: Clark Gable, Vivien Leigh, Leslie Howard, Olivia de Havilland, Hattie McDaniel, Thomas Mitchell, Barbara O'Neil, Evelyn Keyes, Ann Rutherford, George Reeves, Fred Crane, Oscar Polk, Butterfly McQueen, Victor Jory, Everett Brown
Fonte: Nostalgia BR


"A primeira vez que me encontrei com Marilyn, ela estava dançando com o seu primeiro marido, Jim Dougherty, que foi meu colega de escola. Ele estava de uniforme e chamou-me: "Ei, fora-da-lei! Quero que conheça a minha mulher, Norma Jeane". Olhei para cima a partir da mesa onde me encontrava e vi uma coisa pequenina de cabelos castanhos claros e sorriso doce. Acenamos um "olá". Ela estava completamente curvada sobre o braço dele. Mais ou menos um ano depois, estava eu passeando pela RKO com o realizador Nick Ray quando passamos por uma moça que vestia uns jeans apertados e uma blusa de homem atada com um nó por baixo do peito, mostando a barriga. Nick parou o carro e disse: "Quero que conheças esta miúda... ela está passando uns maus momentos com a protagonista de um filme que está sendo sarcastica com ela". À medida que caminhavamos, ele chamou: "Marilyn, quero que vocês se conheçam. Jane, esta é Marilyn Monroe". O cabelo dela era agora loiro. Nick mostrava-se preocupado, atento e protetor.
Beauty Parade ou Wink. Em 1955 recebeu o título de A Miss Pin-up Girl do Mundo (título nunca mais outorgado a ninguém) e em janeiro do mesmo ano converteu-se na Playmate do mês de janeiro da recém nascida revista Playboy, cujo director, Hugh Hefner, se converteu num dos maiores benfeitores de Bettie até os dias atuais.

